O que mais pesa na hora da contratação

Contratação

A Manager realizou uma pesquisa sobre recolocação profissional com 132 dos principais executivos de RH em companhias com mais de 1.000 funcionários.

Os resultados revelaram alguns pontos curiosos além de comprovarem o que muita gente já desconfiava. Pertinente como poucas, a pesquisa foi capaz de pontuar um retrato preciso dos pontos que são determinantes para a contratação ou exclusão de um profissional dentro de um processo seletivo.

De acordo com 35% das empresas consultadas, entrevistas pessoais são decisivas para a contratação de um candidato. Para os recrutadores as principais causas de exclusão são a falta de conhecimento técnico (21,87%) e o comportamento (20,19%). Outros fatores com peso negativo são a falta de postura adequada no momento da entrevista e dificuldades de comunicação.

Os entrevistados ainda disseram que a maior incompatibilidade apresentada durante um processo seletivo – que pode, inclusive, resultar na exclusão de um candidato – é a pretensão salarial (29%). Para 15,58% dos representantes das empresas, a distância que o candidato percorre do local de trabalho ao local onde vive também pode influenciar a decisão. Outros 11,25% levam em conta as referências cadastrais do candidato.

Os meios mais utilizados para o recrutamento de profissionais com nível superior são: indicação interna (22,14%) e consultorias de recrutamento e seleção (18,79%). A divulgação de vagas em sites de emprego e no site da própria empresa também são ferramentas frequentemente utilizadas, além de anúncios entre jornais e outras mídias.

Durante a seleção, 25,87% dos gestores indicaram na pesquisa o uso de dinâmicas em grupo. Além das dinâmicas, 22,37% disseram que usam testes. Os mais utilizados são: Disc, Palográfico, Bender, AC, HTP, Raven, IFP, D2, Quantum, IAT, W2T, Watergg, PPA, entre outros.

Segundo os entrevistados, após a triagem dos currículos 76,69% dos que sobram são incluídos no banco de dados da empresa e acabam se transformando em um instrumento de seleção para o futuro. Para 37,7% das empresas os currículos são mantidos no banco de dados. O tempo de permanência do currículo na base de dados varia de empresa para empresa, no entanto, vale dizer que 48,36% mantêm os currículos em carteira por um ano e apenas 13,93% os mantêm por mais de um ano.

por: Thiago Dantas.

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