O Amigo do Chefe

Amizade no Trabalho

Entrosamento. Proximidade. Amizade. Quanto mais saudável for o ambiente de trabalho, maiores são as chances de que haja prosperidade e rendimento. Nesse cenário, não é incomum que laços se estreitem. E que, junto com eles, surjam também comentários maldosos a esse respeito.

Puxa-saco. Protegido. Favorito. Essas são só algumas das alcunhas que são deferidas a funcionários que são “amigos do chefe”.

Mesmo quando os profissionais sabem separar a amizade do trabalho, colegas tendem a pensar que, de alguma forma, o amigo do chefe está sendo beneficiado. E, por mais que haja cuidado da parte de ambos, às vezes o profissional está tendo vantagens mesmo. Em caso de algum erro, por exemplo, chefes amigos tendem a abrandar possíveis represarias, enquanto o funcionário, sabendo que pode contar com essa prerrogativa, pode ser mais displicente.

Por essa razão é preciso dispensar uma atenção redobrada a laços de amizade construídos no ambiente corporativo. Respeitar limites e separar assuntos profissionais de pessoais não só é necessário como é imprescindível. Para evitar derrapadas, é importante que tópicos relacionados a trabalho não exponham colegas e também que informações que deveriam ser sigilosas não cheguem aos ouvidos dos subordinados – por mais próximo que ele seja.

Além disso, vale rememorar sempre que críticas em relação a conduta profissional de chefes ou subordinados devem ser feitas com respeito e delicadeza. O respeito deve vir antes de tudo. O respeito, aliás, quando aliado a ponderação torna tudo mais fácil.

Decisões relacionadas a promoção, contratação, demissão, fofoca e afins, deixam de ser influenciadas pelo fator amizade quando o chefe e o subordinado mostram qualidade no trabalho – qualidade esta que independe de qualquer relação extra-profissional.

por: Thiago Dantas.


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